Publicado em: 16/09/2016 - Autor: Roselene Borges Kopak

Não existe limite de tempo para que o filho(a) continue morando na casa dos pais, no entanto, a libertação pode ser mais simples do que muitos pais imaginam. É só se perguntar: Eu confio no meu filho(a)?

Se a resposta for sim, pode ter certeza que a sociedade vai recebê-lo(a) de braços abertos a qualquer tempo e ele(a) vai ser bem sucedido na vida, porque vocês (pais) fizeram tudo certo, acompanharam com conhecimento e sabedoria as três primeiras fases do desenvolvimento humano de seu filho(a).

Agora, se pairar dúvidas na resposta, seu filho corre o risco de não ser aceito e pode até ser devolvido pela sociedade para que a família nuclear termine de lapidá-lo.

Não há como generalizar o assunto em uma situação dessas. Vai de cada família. Pois tem filho(a) que amadurece mais cedo, enquanto outros filho que demora mais a se tornar independente, outros serão dependentes para sempre. É aí que os pais precisam parar e avaliar como seu filho(a) é. Lembrando que é preciso respeitar que ele está amadurecendo, e esse processo vai até os 21 anos de idade.

A super proteção, a ausência de cobrança por maturidade e responsabilidade são algumas atitudes muito comuns no pensamento de pais que pensam em dar aos filhos tudo o que não tiveram na sua juventude. Enganam-se, porque os tempos são outros e o processo não funciona bem assim. Existe um sistema muito maior ao qual estamos inseridos. Lamentavelmente por maior volume de dinheiro que possamos ter, esse sistema vai nos cobrar de tempos em tempos. São os ciclos da vida humana. Essa cobrança a que me refiro diz respeito a aqueles questionamentos que ficam sem respostas do tipo: Por que?

Dei tudo para o meu filho(a) e ele(a) não me respeita.

Trabalhei muito pra dar o melhor pra minha família e meu filho(a) não quer nada com nada da vida.

Por que? Quer solucionar conflitos dessa natureza?

Então tem um trabalho árduo pela frente. Mas, para se quer obter respostas para esse tipo de questionamento e outras mais, é só realizar uma profunda avaliação no  passado e passear pelas três principais fases da vida do seu filho(a):

1º Fase da vida: Dos 0 aos 7 anos do meu filho(a) como eu a direcionei?

2º Fase da vida: Dos 8 aos 14 anos do meu filho(o) como eu a direcionei e orientei?

3º Fase da vida: Dos 15 aos 21 anos do meu filho(a) como eu a orientei e a sugeri?

Pois bem, reflita sobre essas três fases da vida humana e terá sabedoria para entender onde errou e onde acertou com seu filho(a), e saber o momento certo de entregar seu filho ao mundo para que ele(a) seja um bom cidadão(ã).

Muita Luz!!!

LIBERTE SEU FILHO NA HORA CERTA